Uma das minhas primeiras andanças como repórter de jornal impresso ocorreu em fevereiro deste ano, com a cobertura do concurso de beleza Musa do Sol, realizado anualmente no Balneário Carlos Larger (popular Prainha), em Candelária. Eu e a minha colega Cláudia ficamos encarregadas de fazer uma espécie de enquete com o público (sobre impressões, palpites, enfim). Ao observar o público, avistei uma figura conhecida: o zagueiro Bolívar, do Internacional. Capitão do time, inclusive.
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| O zagueiro colorado e o tradicional polegar virado pra cima |
Confesso que tenho certa dificuldade para reconhecer as pessoas fora do contexto em que usualmente estão inseridas. Além disso, sou míope, o que não conta pontos em meu favor. Em todo caso, não havia como não reconhecer o Bolívar (embora ele não estivesse em um campo de futebol). Afinal, estávamos em um concurso de beleza. E jogador de futebol adora esse tipo de ambiente, né?! Of course they love it. No mais, consegui identificá-lo pelo estilo (ou falta de). Brincadeirinha.
No fim das contas, o meu “achado” resultou nesses retratos. O Bolívar estava acompanhado por três sujeitos: o pai, o amigo e o cunhado. Na ocasião, o zagueiro se recuperava de uma lesão e aproveitou para conferir o concurso e prestigiar a famosa Prainha. Olha, não posso negar que fiquei satisfeita naquela tarde de domingo. Tratava-se de uma das primeiras coberturas da minha carreira.
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| Bolívar entre o amigo, o pai e o cunhado |
Outra coisa: o Bolívar foi o primeiro jogador do Inter que me concedeu um autógrafo. Isso ocorreu quando a equipe colorada veio até Santa Cruz do Sul em uma partida válida pelo Gauchão. Creio que foi em 2005. Ainda tenho guardado o tal autógrafo, que foi assinado em um pedaço de papel cor-de-rosa. Como estou com preguiça de procurar, fico devendo para vocês.
Crédito das fotos: Marília Gehrke, é claro.


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