domingo, 22 de novembro de 2009

Deixa assim ficar, subentendido.






O que não é dito explicitamente está nos olhos de quem vê. Nesse sentido, Maurício de Sousa fez algumas considerações sobre o mais novo e polêmico personagem incluso na turma da Mônica, ou melhor, turma da Tina: Caio, aparentemente homossexual (ver quadrinhos). O resultado? Muito pano pra manga e os tradicionais pitis. Barbarizaram. Num país onde tanto se pede e se preza pela igualdade (ou pseudo-igualdade), é difícil acreditar que assuntos da ordem da orientação sexual ainda possam causar tanta polêmica. Independente de público-alvo e faixa etária, Maurício acertou em cheio na busca de um possível combate à estranheza social. Nada de tirar os quadrinhos das mãos das crianças! Cidadania se aprende desde cedo. Aplausos para o nosso maior e mais talentoso herói.


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Post para o Tudo de Blog, da Capricho*: E agora, Maurício de Sousa?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

E se o mundo acabar?

Se o mundo acabasse em 2012, eu inovaria: largaria emprego e faculdade para realizar todos os desejos que ficaram estacionados por dezoito anos. Eu, meu namorado, o par de tênis predileto, uma bagagem com livros e cartões de banco bastariam. Talvez fôssemos apreciar as belezas do mundo enquanto não vira cinzas ou simplesmente ir para um hotel e esperar, debaixo da cama, o temido fim. Assim, eu poderia sucumbir em paz.


Post para o Tudo de Blog*, da Capricho: inspirado no filme 2012.

domingo, 15 de novembro de 2009

Concretrizações de 2009

Vem aí, 2010. Here we go again – sai ano, entra ano, surgem promessas, pratos transbordando lentilhas e venda excessiva de calcinhas vermelhas. Normal. Bom mesmo é olhar pra trás, analisar a caminhada anual e sentir orgulho do progresso. Minha maior vitória de 2009 é também a mais fútil: consegui, finalmente, parar de roer as unhas. Sem mais vexames, sem mais perguntas constrangedoras, sem esconder as mãos. Fora isso, aprendi sobre a preciosidade do tempo, a ignorar certas ofensas, conciliar estudo, namoro e trabalho, valorizar as horas de sono, as leituras prazerosas, os finais de semana e tudo aquilo que fez parte do meu cotidiano. A princípio, me tornei uma pessoa minimamente melhor. Parece que vejo meus pais dizendo sobre quão rápido passam os anos. Finalmente, pude constatar a veracidade dessa experiência. A propósito, feliz Ano Novo! Simplesmente realize.
Post para o Tudo de Blog, da Capricho*: retrospectiva.

domingo, 1 de novembro de 2009

Por um ambiente mais PINK

Nada melhor do que viver em um ambiente tranqüilo, onde todos estão satisfeitos e ninguém faz cara feia. E é justamente essa a minha causa: por um ambiente mais pink. Muitas vezes, é preciso engolir sapos sem retrucar; atender sorrindo as pessoas grossas; ficar de bem com todo mundo e evitar a proliferação de fofocas. Tanto no trabalho como em casa essas regrinhas básicas colaboram para a política da boa convivência, algo tão trivial e crucial na vida em sociedade. Se cada um fizesse do seu ambiente um lugar mais pink, pequenos e grandes conflitos seriam evitados.


Post para o Tudo de Blog*, da Capricho: por um mundo mais pink.

Coisas irritantes

Quem me conhece, sabe: pra me tirar do sério não é preciso muito esforço. Qualquer grito, assovio, barulho de cano de moto, pratos, conversas estúpidas ou canetas caindo no chão me deixam estressada, principalmente nos períodos em que a TPM toma conta. Detesto que me peçam para fazer 1001 coisas ao mesmo tempo porque, assim, nada sai bem feito; detesto muito calor, frio, pessoas que falam alto, ratos de laboratório. Se mexer no meu cabelo misto e deixar a raiz mais oleosa, então, é briga na certa. Tudo e qualquer coisa é capaz de me tirar do sério a qualquer hora do dia. A verdade é que me irrito comigo mesma. Tolerância, pra quê te quero?
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Post para o Tudo de Blog*, da Capricho - o que tira você do sério?
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P.s¹: procastinação total
P.s²: preguiça nesse calorão fora de época
P.s³: comentários zerad0s devido a problemas no Haloscan.
Obrigada pelos comentários, navegantes.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Orkut: construindo barreiras

Os outros tentam, mas não chegam nem perto. Em se tratando dos brasileiros, o Orkut ainda lidera nas participações em redes sociais. É como se fosse uma dimensão virtual, onde o real e o que foi criado se misturam – daí tamanho sucesso. Na rede, você pode ser quem ou o que quiser. A idéia básica de apenas “comunicar-se” passou de algo singelo a doentio. A vida lá fora vai ficando pra trás enquanto relacionamentos são iniciados e terminados publicamente; fotos, que antes eram tiradas apenas para recordação, agora têm destino certo. Pior é a perda de tempo destinada ao Orkut na hora do acesso. E sim, as coisas tendem a piorar ainda mais. Quando você perceber que está cumprimentando seu vizinho via scrap ou utilizando frequentemente o mesmo cinismo empregado no orkut (amiiiiga, que linda a tua foto!), acredite: é grave. Banalização total.
Post para o Tudo de Blog, da Capricho* - redes sociais.
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Motivos da dose exagerada de chá de sumiço:
- trabalho
- faculdade (semestre na reta final, 200 trabalhos pendentes)
- cansaço, muito cansaço.
Obrigada pela paciência, navegantes!
Obrigada também pelos comentários e elogios! ;)

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Pequenos grandes prazeres

Conforme o tempo vai passando, maior é a responsabilidade que vamos adquirindo e menor é o tempo que temos para aproveitar a vida. Infelizmente, esse pequeno tempo só tende a diminuir ainda mais. Aí sim você poderá perceber que aquele papo de aproveitar as coisas simples da vida é a mais pura verdade! E, assim como eu, comemorar quando numa segunda de manhã chuvosa seu cabelo não frisar; ir até a academia mais próxima (após um dia cansativo) só pra sair com aquela sensação satisfatória do “depois”; caminhar de mãos dadas com o namorado que você não viu a semana inteira; ler um bom livro e se arrepender de não ter começado a ler antes; comprar canetas novas; pintar as unhas de outra cor... são pequenos prazeres que aprendemos a reconhecer que nos fazem felizes SIM. E que nos dão forças para continuar.
Post para o Tudo de Blog, da Capricho* - guilty pleasures